Justiça Eleitoral atua ativamente para coibir notícias falsas nas eleições

O diretor do Departamento de Cooperação e Observação Eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Gerardo de Icaza, enalteceu a iniciativa do TSE de firmar parcerias com veículos de comunicação, empresas digitais e agências de checagem de informações para coibir a disseminação de notícias falsas no período eleitoral.

Para o diretor de Estratégia e Negócios da Agência Lupa, Gilberto Scofield Jr., a Justiça Eleitoral conseguiu manter a credibilidade de um pleito do tamanho do brasileiro. “O TSE, de um modo geral, trabalhou muito rapidamente no desmonte da falácia, especialmente no que se refere à lisura do processo eleitoral, que é onde está o ponto nevrálgico do problema”, disse.

“A Justiça Eleitoral apresentou um papel supersatisfatório. Todos os casos que chegaram [na JE] foram resolvidos em até dois dias. Isso é um exemplo de sucesso”, concluiu o professor de Direito Eleitoral Diogo Rais, ao comentar o julgamento de processos envolvendo supostas notícias falsas.

Série de vídeos

Produzida pelo Núcleo de TV da Assessoria de Comunicação (Ascom) do TSE, a série de cinco vídeos acerca do enfrentamento da desinformação traz depoimentos de especialistas nacionais e internacionais que participaram do Seminário Internacional Fake News e Eleições, realizado em maio deste ano pela Corte Eleitoral com o apoio da União Europeia.

Confira, no canal do TSE no YouTube, os quatro vídeos já publicados da série. O quinto e último vídeo, a ser divulgado na próxima semana, tratará da influência da desinformação no momento do voto.

TSE

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