Vera Cruz: Com a ponte o que vem de retorno

Vera Cruz nunca recebeu tantas visitas ilustres como nos últimos 4 meses, muito bom receber essas visitas de deputados estaduais, pessoas do governo do estado que se dizem interessados no desenvolvimento do município, é uma verdade o município vem se desenvolvendo a passos largos na sua área de infraestrutura são algumas e eventuais situações, exemplo das construções das praças, nas reformas de algumas quadras de esportes,reformas de dos postos médicos e de algumas escolas, o que é visível dá-se por conta na estrutura física, há poucos dias tivemos na Câmara de Vereadores uma Audiência Pública para se tratar da construção da Ponte Salvador-Itaparica, ponte essa que segundo informações do governo estadual deve ser construída pelos chineses, muito bom para o estado, pois aí se cria a segunda alternativa de entrada e saída da capital baiana, pois só tem uma que é a BR-324.

Muito se fala a respeito da construção da ponte, aonde vai começar e aonde vai terminar, fala-se também na duplicação da BA-001 e na duplicação da Ponte do Funil, fala-se de tudo da necessidade eventual da construção dessa ponte, porém o que  não se discute no município e quando se fala fica nas ‘entrelinhas’ é a situação de como será a mão dupla desse empreendimento, pois o município de Vera Cruz tudo leva a crer que passará por longos 10 anos com um sofrimento a mais, se a construção da ponte não vier de imediato para a cidade o benefício que do pressuposto na educação, sua primícia é a construção de um hospital preparado para receber tal empreendimento, e a melhoria eventual  do município, pois o estado por sua vez ao longo desses 57 anos não investiu na educação no município o que é a pura realidade, por sua vez o município também caminha a passos médios para longo prazo na educação municipal, o transporte no município é o pior possível onde uma cidade com mais de 50 mil habitantes ainda vive com transporte alternativo, não existe uma política de transporte coletivo de massa onde prejudica centenas e milhares de pessoas.

A ponte é favorável,a ponte é necessária, porém o que se precisa também é fazer com que esse advento da construção da ponte faça com que Vera Cruz e a Ilha de Itaparica num todo possa no futuro sobreviver a demandas, pois como está recebendo uma construção aonde leva a grande duvida da ponte, aonde vai começar e aonde vai terminar, a duplicação da ponte do funil, fala-se de tudo na necessidade da construção dessa ponte, porém o que mais não se discute no município quando se fala fica assim nais ‘entrelinhas’ é situação desses empreendimentos,partindo do pressuposto na sua primícias uma construção preparada para receber empreendimentos em médios para longo prazo,aonde uma cidade com mais de quatro vezes mais deixará o município na contramão do crescimento.

Na realidade tudo isso é muito válido e os olhos de todos estão voltados para a futura cidade da região metropolitana com possibilidade de ser a mais equilibrada economicamente do estado, tendo em vista estará ligada a capital a menos de 12 km com várias alternativas de transporte terrestre, aquaviário e sendo a porta de entrada e saída para os portos tanto de Salvador como também o de Aratu, que essa ponte possa vir com todos os  benefícios para a região,afinal o crescimento sócio econômico é de vital importância para todos.

Visão Cidade

Um comentário em “Vera Cruz: Com a ponte o que vem de retorno

  • 19 de maio de 2019 em 13:07
    Permalink

    Queremos ser destino e não uma mera passagem! A Ilha é uma “Jóia”, histórica e sagrada. Sendo na costa leste 24 km de recifes de corais e na contra costa lindos manguezais! Nossa Ilha é o berçário da Baía de Todos os Santos, a sede da Amazônia Azul, a maior baía navegável do mundo. Com um potencial turístico sem fim, se pensar que o ano todo podemos ter esportes aquáticos, parques ecológicos e até parques arqueológicos! Não podemos nos esquecer do potencial pesqueiro e marisqueiro, de piaçava, coco, manga das comunidades tradicionais. Matarandiba tem até moeda própria, chamada concha. Temos ainda preservadas grandes áreas de mata atlântica. Podemos ter na Ilha, possivelmente, veículos leves sobre trilhos. Já pensou, ter acesso à todo o Recôncavo? Ou até mesmo ao Sul e ao Norte do país?

    Resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

%d blogueiros gostam disto: