Independência de Itaparica



A Batalha de Itaparica foi travada na então província da Bahia, entre 7 de janeiro de 1823 a 9 de janeiro de 1823, entre o Exército Brasileiro e a Armada contra a Marinha e o Exército Português durante a Guerra da Independência do Brasil.

Apesar da independência do Brasil ter sido proclamada em 7 de setembro de 1822, a luta armada prosseguiu na Bahia, com o enfrentamento da resistência portuguesa. As lutas duraram até 2 de julho de 1823, quando enfim, foi proclamada a vitória baiana. Em janeiro de 1823, a Ilha de Itaparica foi palco da Batalha de Itaparica, triunfo brasileiro fundamental para a vitória na guerra.

Locais históricos de Itaparica como a Ponte do Funil, o Largo da Quitanda, a Fonte da Bica, a Praia da Convento, o Forte de São Lourenço, além das praias de Amoreiras e da Ponta do Mocambo foram palco da batalha. A população de Itaparica não é era das maiores, o que leva a crer, de acordo com historiadores, que os baianos montaram espécies de guerrilhas para a batalha.

A batalha teria durado entre 7 e 9 de janeiro. Entre os fatos determinantes para a vitória baiana está a ação de Maria Felipa, heroína negra filha de Itaparica. Maria Felipa teria liderado um grupo de mulheres para seduzir e embriagar soldados portugueses. Depois disso, Felipa e seu grupo, com apoio de homens da cidade, queimaram inúmeras embarcações portuguesas, diminuindo o poderio colonizador no decorrer da batalha.

O grupo de Maria Felipe ainda foi responsável por enfrentar os portugueses usando folhas de cansanção, uma folha típica da região, que em contato com a pele dá a sensação de queimação. Para alguns historiadores, essa foi uma pequena batalha pontual, no dia 7 de janeiro de 1823, na Ilha de Itaparica, mas que resultou em uma queda no número de soldados da tropa portuguesa.

(Wikipédia)



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