Prefeitura de Salvador realiza Dia D de Combate ao mosquito Aedes aegypti

Nesta quinta-feira (07), das 08h às 14h, a Prefeitura de Salvador promove o Dia D de combate ao Aedes em toda cidade. A estratégia que acontece em todo o país e faz parte das ações do projeto “Verão Sem Mosquito – 2017”, tem o objetivo de mobilizar a população no enfretamento dos focos do inseto que transmite a dengue, a chinkungunya e o zika vírus. Na capital baiana, cerca de 2 mil profissionais estarão nas ruas fazendo este trabalho de contingência.

Durante a ação, os agentes de combate às endemias realizarão inspeções em escolas, unidades de saúde, hospitais públicos e privados, praças, terreiros de candomblés e terrenos que apresentam maior vulnerabilidade para infestação do mosquito. Profissionais de saúde também prestarão orientações em pontos turísticos da capital, além de palestras educativas em diversas instituições de ensino no município.

A abertura oficial da mobilização acontece na Escola Municipal Úrsula Catharino – localizada na Rua Úrsula Catharino, 48 -, às 9h, no bairro de Plataforma. O local foi escolhido devido ao estado de risco constatado no último Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) na região do Subúrbio Ferroviário.

Na ocasião, a população local poderá assistir gratuitamente a apresentação teatral “Entrevista com o mosquito”, que abordará de forma dinâmica a prevenção e controle do vetor a partir das 11 horas, no Cine Teatro Cultural de Plataforma.

Intermitência de água – A intermitência no fornecimento de água que acomete a capital nos últimos meses tem sido um dos fatores que dificultam o enfrentamento contra o vetor em algumas localidades. Apesar do trabalho desenvolvido pela Secretaria Municipal da Saúde ter reduzido de 72 (abril/2017) para 22 (outubro/2017) o número de bairros com alto risco para uma eventual epidemia da zika, dengue e chikungunya, os depósitos a nível de solo como baldes e tuneis, que são utilizados para o armazenamento de água, continuam sendo os principais locais onde são identificados focos do mosquito pelos agentes de campo.

“Naturalmente, quando não há um fornecimento regular de água nas residências as pessoas buscam se organizar através do armazenamento em recipientes, que são prato cheio para proliferação do vetor se não estiverem devidamente tampados ou cobertos. Infelizmente esse tem sido um aspecto que tem dificultado numa redução ainda mais significativa do índice de infestação já que o armazenamento de água em depósitos a nível de solo é o local onde as equipes de campo mais encontram focos do Aedes aegypti, sendo que esta situação está diretamente ligada à intermitência no fornecimento de água”, declarou a diretora de Vigilância e Saúde, Geruza Morais.

ASCOM



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