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Carta aberta à Ilha de Itaparica

Na qualidade de Sociólogo, registrado no Ministério do Trabalho e Emprego e na Delegacia Regional do Trabalho da Bahia, sob número 0414, membro ASEB/SINSEB, revelo o meu veemente Repúdio pela atitude ignorante, irrazoável, inconveniente e impensada de um “assessor” da Câmara de Vereadores, macomunado com (ou mal orientado por) políticos pouco interessados no lado bom da Política, da qual está sendo vítima a Prefeita Municipal de Itaparica-BA.

Em nome da Comunidade dos Sociólogos e Amigos, da qual fazem parte Cientistas Políticos antenados em Fenômenos Sociais, identificadores e separadores do “joio do trigo”, manifesto a minha viva solidariedade à Prefeita e Equipe de Governo, ao tempo em que peço-lhes que sigam em frente com a sua Gestão e defendam o território e o povo que a Elegeu, utilizando-se dos meios legais e necessários à manutenção da Paz e da Ordem.

66,54% dos votos válidos evidencia uma quebra de paradigma, equivalente a fenomenais 8.808 votos de confiança à primeira Mulher a Governar Itaparica-BA. É claro que a totalidade das pessoas que também são solidárias a ela, neste momento, é superior a este número, pois estão aí inseridas aquelas que não foram às urnas: crianças, anciãos, incapazes, mas que fizeram valer o seu grito aos quatro ventos, além de muitas daquelas pessoas que, mesmo tendo votado contra, hoje sabem que Marlylda Barbuda dos Santos foi e está sendo a melhor escolha.

Temos a certeza de mais uma Vitória e, para tanto, contamos também com a sensibilidade, a altivez e a inteligência da maioria dos Vereadores de Itaparica. Desta vez, contra uma “armação” sem precedentes: um “denunciante” que toma as dores de um escritório de advocacia, contratado pela gestão anterior para defender a prefeitura, mas que apresentava um cálculo de indenização da diferença FUNDEF/FUNDEB faltando – pasmem! – R$17Milhões; e que, também por isso, a nova Gestão resolveu recontratar o escritório que estava prestando a mesma consultoria antes da contratação deste.

Ora, Consultoria Jurídica (Advocatícia) refere-se a um serviço intelectual, por conseguinte, de relações de confiança.

Entenda! A Prefeitura de Itaparica-BA tem a receber, num processo judicial contra o Governo Federal, R$45Milhões, calculados pelo escritório que iniciou a Ação, antes do ano de 2008; escritório, este, recontratado em 2017, com experiência e resultados positivos comprovados junto a outros municípios. Fica a pergunta: qual dos dois escritórios ou Advogados você contrataria? O que iniciou a Ação Judicial em defesa da Prefeitura e que foi recontratado agora por causa da sua experiência, capacidade técnica e relação de confiança e que garante uma indenização de R$45Milhões? Ou aquele, menos experiente, que aventura conquistar apenas R$28Milhões e que, para ser contratado, o gestor anterior teve que descartar o primeiro escritório?

Sustentamos que deve ser assegurado o direito de qualquer pessoa dizer o que quiser, desde que seja garantido o direito de qualquer outra discordar. É o que estamos fazendo aqui: amplificando a voz de muitas pessoas que não estão tendo a oportunidade de saber o que está acontecendo no universo político Itaparicano e que, por diversas razões, não estavam levantando a voz nem a Bandeira em defesa da Justiça; agora podem fazê-lo.

A tentativa da desordem não se cumprirá, pois a resistência do Povo Itaparicano é conhecida desde os idos de 1.800, quando Maria Felipa, João das Botas e tantos Outros denodados reagiram, sem temor, no espaço e no tempo certos, contra os ímpios. Nada pessoal ou individual contra qualquer dos forjadores da situação em exame; sabemos que se trata de política rasa, sem propósito comum ou coletivo, mas fruto de uma falsa democracia engendrada pelo próprio sistema deteriorado.

Avante, Marlylda! Porque Deus e o Povo é a nossa Justiça!

Itaparica-BA, 19 de dezembro de 2017.

Zéu Barbosa.

(Ascom PMI)

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