Reforma política, a urgência e a Lava Jato



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Dá para fazer a campanha 2018 como a de 2014, com cada um montando carros de som, indo às gráficas fazer santinhos e bancando as andanças?
É consenso: seguramente, não!
Eis um dos pontos cruciais da reforma política, que está andando a passo de cágado no Congresso, como as outras reformas, a da Previdência, a trabalhista e a tributária.
E a Lava Jato (com as delações da Odebrecht) não conturba o andamento dos trabalhos para se materializar novas regras?
Com a palavra, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB), presidente da Comissão da Reforma Política na Câmara:
– A Lava Jato perturba o país, a economia e tudo mais. Como não perturbaria a Câmara?
Mas, apesar dos pesares, Lúcio se diz “otimista” quanto à reforma política acontecer. Não que queira. É uma necessidade.
Duas PECs, a que proíbe as coligações e a da cláusula de barreira (limita a existência de partidos), já passaram no Senado e está na Câmara. Faltam a do modelo de financiamento (o voto em lista tem grande chance) e a do sistema político.(A Tarde)


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