Crivella mete os pés pelas mãos

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Meter os pés pelas mãos (Foto: Arquivo Google)
Menos de 48 horas depois de eleito prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivevella (PR), bispo da Igreja Universal, meteu os pés pelas mãos e disse sandices.
A maior: que a vitória dele, a de João Dória (PSDB) em São Paulo e a de Alexandre Kalil (PHS) em Belo Horizonte são “uma mensagem contra a legalização do aborto, a libração de drogas e a discussão de ideologia de gênero nas escolas municipais”.
Não, não são. A campanha eleitoral não girou em torno desses temas. O voto que elegeu os três prefeitos, e os demais em toda parte, não foi orientado por uma discussão que não se travou.
Os eleitores votaram nos que julgaram os mais aptos a resolver os problemas estruturais de suas cidades – e entre esses não está nenhum dos citados por Crivella.
De resto, cabe ao Congresso, não às prefeituras, legislar a respeito do aborto, das drogas e da ideologia de gênero.
Está na hora de Crivella falar menos e preparar-se mais para governar a cidade do Rio de Janeiro. Sem esquecer que a maioria dos eleitores cariocas negou-lhe o voto.(Blog do Noblat)


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